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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Não perturbe

Cansado de receber aquelas ligações cretinas de telemarketing? Seus problemas acabaram! Seguindo o exemplo de estados civilizados, o Procom do Rio Grande do Sul colocou no ar, em seu site, um sistema que impede as operadoras de oferecerem publicidade telefonando para você. Cada cliente pode cadastrar até três telefones no serviço. Eu já estou nessa. Acesse aqui e cadastre seus números.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Skype

O sistema VoIP se tornou um modelo bastante popular de comunicação via internet. O software Skype, pouco usado no Brasil, é o mais eficiente modelo dessa tecnologia. Em 2005, o Skype foi vendido para a eBay. Desde então, o programa foi mais difundido ao redor do mundo. Esse ano, uma nova empresa comprou o suplemento. Trata-se de um grupo liderado pela Silver Lake. O Skype não pode ser comparado com o dispositivo da Microsoft mais popular entre os brasileiros, o MSN. O modelo VoIP é infinitamente superior em qualidade de áudio e vídeo. Além disso, o usuário pode comprar créditos e fazer ligações para telefones fixos e celulares. A qualidade desse serviço no MSN é muito ruim. No Skype, apenas, um pequeno delay - retardo de sinal entre aquilo que se fala e o que o interlocutor ouve - pode ser observado. Mas os valores pagos pelas ligações são baixos - comparados com os preços da telefonia brasileira. Compensa. As chamadas de vídeo conferência entre usuários do Skype não custam nada e têm uma qualidade ainda melhor. A desvantagem: prepare-se para ter o processador da sua máquina dominado pela ferramenta. Quem quiser brincar precisa de 2Gb, no mínimo.

Skype: desde 2005, me aproximando da minha gata

sábado, 11 de julho de 2009

O telefone fixo acabou

O serviço de telefonia fixa acabou. Acabou nesse final de semana. A morte simbólica foi decretada. A dupla de idosos mais anti-ray tech da Terra, meus avós, comprou um par de telefones celulares. Mandou a operadora ligada ao medieval poste procurar dinheiro em outra horta. São vários os motivos: preço, conforto e, principalmente, facilidade de acesso aos celulares. A bisavó Selmira Maciel, com 74 anos, tem um aparelho com mp3 e câmera 2 mpixels. Ela passa longe de saber usar esses artefatos, mas os tem. Segundo informações da família, o bisavô Edivon Maciel, 73 anos, aprendeu a colocar nomes na lista do seu celular. Veja só... o maior progresso do mundo digital depois da criação de Larry Page e Sergey Brin. Meus avós com telefones celulares.

Outro exemplo da morte da telefônica com fio é aqui de Pelotas. Hoje mesmo, tentei encontrar o telefone comercial de algumas pizzarias da cidade. O resultado é: um fiasco. Além do guia telefônico deste ano, estar totalmente desatualizado, muitos dos telefones não respondem. "Esse número não existe", geralmente, é isso que a prestadora do serviço me informa. Espera! Não é ela mesma a editora da lista telefônica? Vou mandar meu telefone fixo pastar logo, logo.

Outra coisa sobre Pelotas. Todos os sites com a proposta de uma busca dinâmica por telefones e endereços de não servem para muita coisa. Ou você tem sorte ou não tem. Eu não tenho. Mesmo com paciência e habilidade para pesquisar, me chateio e mando todos às favas. Estão ou desatualizados ou com informações vagas. Ridículo.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Problemas da Tecnologia

Júnior Grings, de Campos Lindos - TO

As pessoas que me rodeiam sabem da minha quase alergia a telefone celular, obvio que já fui um usuário entusiasmado dessa tecnologia. Mas hoje ela me incomoda. Nos últimos anos usei por diversas vezes por necessidades profissionais, mas sempre quando podia desabilitava os serviços.

Entretanto, hoje estou em uma situação inusitada. Como é de conhecimento dos leitores do Capeta, estou residindo em Campos Lindos no Tocantins, cidade mais pobre do Brasil segundo o senso de 2000. Aqui não existe nem resquício de sinal de celular e incrivelmente isso está me incomodando.

Estou vitimado não pela falta do celular, e sim por não poder fazer a escolha entre o uso ou não uso da tecnologia. Talvez até por não ter charme algum dizer não ao celular onde ele não tem serventia alguma além de relógio e despertador.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Problemas da tecnologia

Os Filhos do Positivismo

Júnior Grings, Campos Lindos - TO

Deixo as relações com a tecnologia desse pequeno manuscrito por conta dos leitores do Blog. O assunto parece sem propósito, ou inadequado. Todavia, estou em uma cruzada contra essas “ervas daninhas”. Escondem-se fantasiados em pessoas normais, cultivam, aparentemente, um pensamento moderado, incrivelmente juram fazer parte de um pensamento de vanguarda. No menor vestígio de polêmica, despejam todo o seu verbo, erguem o pavilhão da "amor, pela ordem e progresso", a moral (ou moralidade) sustentando a família. Família que é o alicerce de tudo.

Não tenho problema algum com ordem, moral e família. Nenhum mesmo. Entretanto, qualquer um desses três “elementos” só têm sentido quando se justificam. Sei, preciso clarear isso; começarei pela família: qual o sentido de ter uma família por simples aparência? O que mantém uma família em harmonia é a boa convivência, estabelecer parâmetros ou fazer julgamentos sobre o que é uma família. Trata-se de um ótimo recheio de lingüiça para as pregações. Impor um relacionamento familiar, é por si só não ter uma família.

Ordem? Ordem por ela mesma não quer dizer nada. Podemos dizer sem medo algum: a ordem existe apenas depois de uma convenção sobre ela (ordem crescente, ordem decrescente, ordem aleatória). Existe ordem somente quando tudo está no seu lugar. Exigir ordem é querer que nada se altere, por inferência lógica, com ordem não existe progresso. Precisamos do caos e da crise para formularmos uma nova ordem, consequentemente progredir ou não.

Agora vamos enfrentar a moral. A moral é feita de regras de convívio absorvidas tacitamente. Por isso, temos que ter presente que se a moral vem do convívio, o próprio pode muda-lá. Todo conviver social evoluí. Por conseguinte, a moral vai adequando-se a evolução. Impor conceitos morais é impor contra a convivência. Se ela acontece de forma tácita, as mudanças morais vão acontecendo. Não aceitar isso é não aceitar a própria moral.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Universidade + universitário = crise (ou acomodação?)

Júnior Grings, de Campos Lindos (TO)

Qual é a real função da universidade? Ou, talvez, poderíamos reformular a pergunta: qual é a principal função da universidade para com o universitário? Com certeza, em qualquer enquête, a “profissionalização” apareceria com um largo percentual, por inferência apareceria também “ensinar”, ou promover ensinamentos. Entretanto, o primeiro objetivo, e por assim principal, é provocar uma crise. Isso, provocar crise.

Constitucionalmente, todo formado em nível superior tem um contrato fixado com o país, onde ele se compromete em ser um agente de desenvolvimento econômico, social e cultural, da sua região. Os leitores mais apressados possivelmente devem estar se perguntando, e a crise onde entra nisso?

Ser agente do desenvolvimento é criar novos conceitos, é ir muito além da repetição de técnicas. Precisamos gerar conhecimento tanto dentro como fora da universidade. Para gerar novos conhecimentos ou conceitos, precisamos derrubar os estabelecidos anteriormente. Só derrubamos nossas convicções pré-estabelecidas se entrarmos em crise, se vivermos em crise.

Falar isso dentro das paredes da academia soa como uma heresia. Incrivelmente, a fábrica de formadores de conceitos, está moldada para ser uma fábrica de técnicos. Jovens entram aos montes nos cursos superiores esperando aprenderem direitinho o manual prático da profissão escolhida.

Indubitavelmente, precisamos da crise para nossa evolução teórica. Ser agente do desenvolvimento é ser agente da crise. A técnica é fundamental, mas novas técnicas só surgem da crise.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Problemas da Tecnologia VII


Júnior Grings, de Horizontina

Quem nunca baixou uma música da internet que atire a primeira pedra. Criar ferramentas de interação para as pessoas é também criar a possibilidade de multiplicar e fortalecer sentimentos comuns. Desde a minha adolescência convivi com uma prática comum entre jovens, a troca de sons, compartilhar músicas é algo extremamente natural.

A tecnologia veio e oportunizou ferramentas capazes de multiplicar essa prática pelo mundo inteiro. Uma prova disso é a comunidade no Orkut “Discografias”. Comunidade que caminha a passos seguros para um milhão de participantes. Sua principal atividade é disponibilizar links com músicas em mp3 para os internautas fazerem downloads.

Agora essa comunidade tem sua existência assombrada pela APCM (Associação Antipirataria Cinema e Música), que inclusive chama a “Discografias” de seu principal cliente em que tange música. Acompanhe matéria da FOLHAOLINE.

Como eu mencionei acima, criar ferramentas de interação para as pessoas é também criar a possibilidade de multiplicar e fortalecer sentimentos comuns. Os direitos autorais devem ser preservados, mas talvez se as gravadoras abrissem a caixa preta dos custos de um CD ou DVD, e tivessem a disposição de discutir alternativas com os maiores interessados (os consumidores) seria muito mais fácil de diminuir a pirataria. Antes disso, viva a pirataria, viva a “Discografias”.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Problemas da tecnologia VI: conhecimento e informação


Jr. Grings, de Horizontina

Talvez esse tema não seja propriamente um problema da tecnologia. Mas como o Everton Maciel sugeriu que eu voltasse com essa série, aqui estou. Alguns dias atrás um jovem, estudante do ensino médio, fez uma afirmação que me deixou preocupado. Seu tom de voz aumentou para exclamar que: “a internet é inegavelmente a maior revolução do conhecimento”. Fugi como um rato da discussão. Achei totalmente descabido o ambiente e os ânimos para o debate. Entretanto, resolvi enviar-lhe um e-mail como também postar no blog o conteúdo.

Talvez minha ignorância seja suficientemente grande para tapar meus olhos ao obvio, todavia, dar poderes revolucionários à internet sobre o conhecimento, é algo que me apavora. É inegável que a rede mundial de computadores é a revolução do acesso às informações. Com a internet, temos acesso, em poucos minutos, a grandes ou pequenos acontecimentos do mundo inteiro. Mas informação não é conhecimento. Não chegamos ao conhecimento sem informações, nem aqui e nem na China, mas as formas de se chegar ao conhecimento ainda são as mesmas da Grécia Antiga até hoje. Não existem atalhos para o conhecimento, ainda precisamos de leitura e reflexão (muito além do esgotamento, diga-se de passagem).

A internet nos fornece um monte de retalhos, precisamos avaliar cada um deles, descartando uns aceitando outros. No entanto, esses retalhos sempre serão apenas informações, quem pode fazer a revolução no conhecimento é o ser humano, e não suas invenções.

sábado, 11 de outubro de 2008

Qualquer mané pode ser fotógrafo?

Everton Maciel, de Pelotas

Sempre que escrevo uma matéria ou reportagem para um jornal ou revista, o editor pergunta: "tens fotos?". Minha resposta é sempre a mesma: "Não. Desculpe-me. Não faço fotos". Aí começa a briga:

- "Mas você não tem uma máquina fotográfica?".
- "Não", respondo.
- "Como não? Todo mundo tem uma máquina fotográfica portátil!", replica o editor.
- "Só tenho uma máquina digital. A fotografia, por definição, é a captura mecânica de luz. Não captura digital", explico.
- "Excelente! Serve a captura digital. Vá lá e faça uma captura digital para sua reportagem".
- "Não vou fazer isso".
- "Mas por quê? Disse que tem uma máquina digital".
- "Disse e repito: eu tenho uma máquina fotográfica digital de 5mp, mas não sou fotógrafo".
- "Todo mundo que tem uma máquina é fotógrafo!"
- "Eu não. Sou repórter. E repórter não é fotógrafo".
- "Como não? E os repórteres-fotográficos?"
- "São repórteres-fotográficos. Escrevem reportagens?"
- "Alguns. Eles escrevem sobre suas próprias fotos. Não lê a NatG?"
- "Eles escrevem reportagens?"
- "Eles escrevem sobre suas próprias fotos".
- "Verdade. Resenham as próprias fotos. São reportagens?"
- "Não. Acho que não são".
- "Muitos têm bloco de notas, caneta, computador e não escrevem reportagens".
- "Sem fotos não dá! Onde já se viu reportagem sem fotos?"
- "Ligue para um fotógrafo, por favor".
- "Quem tirou essa foto que está no seu MSN?"
- "Eu mesmo. Isso me transforma em um fotógrafo?"
- "Claro".
- "Dá para cancelar o pagamento da reportagem?"
- "Sim".
- "Obrigado".

Depois da popularização das máquinas fotográficas digitais, qualquer boçal sai tirando fotos até com o celular. Muitos abrem uma conta no Flickr e participam de concursos por aí. Aliás, a qualidade desses concursos nunca esteve tão baixa.

Veja esse episódio do "Super Sincero" onde um mané compra uma máquina e pensa que é fotógrafo. Pelo menos, ele é cara-de-pau assumido e... sincero.



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Problemas da Tecnologia IV

Júnior Grings

Atendendo a vários e-mails, e a meu grande amigo Juca, que toda vez que fala comigo pede para retomar a série Problemas da Tecnologia, aqui estou. A bola da vez é o Orkut, uma ferramenta que virou moda na internet, quase todo mundo tem, é muito usado para reencontrar amigos, colegas, interagir com pessoas com estilos e gostos semelhantes, e também fazer novas amizades. Enfim um site de relacionamentos.

Para muitos, ele é um vício, uma necessidade, para outros uma tremenda invasão de privacidade, e para os moderados uma tremenda ferramenta de interação. Viver na dependência de qualquer coisa, seja ela boa ou ruim, é um problema por si só, não precisamos de mais comentários. Usar algo dentro as atribuições a qual ele foi criado, sem exageros, podemos chamar de um ato normal.

Entretanto, quero me ater à chamada invasão de privacidade que muitos atribuem ao Orkut. Afinal não tem nada sobre nós, que não tenha sido postado por nós. E como qualquer meio de relacionamento, sempre há desentendimentos e situações desagradáveis.

O Orkut não pode invadir a vida de ninguém, e nem expor a vida de uma pessoa mais do que ela se propõe, afinal ele não tem vida. Apesar de ele pregar algumas peças como a que aconteceu hoje comigo. Sem querer olhei minha sorte do dia, e para o meu espanto estava lá: “A filosofia de um século é o bom senso do próximo".

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Problemas da Tecnologia III

Júnior Grings

Algumas coisas nesse mundo moderno são estranhas. Há alguns anos atrás, e não muitos, celular era um bem da elite, considerava-se “chique” as pessoas que o tinham. No entanto, hoje, “chique” é não ter o aparato por perto. O celular virou mania, utensílio praticamente obrigatório, e, diga-se de passagem, muito útil.

Mensurar sua utilidade é algo complicado. Também é muito comum termos resultados dessa medida bem destorcidos. Uma ferramenta que nos possibilita comunicação, praticamente em todos os lugares onde estamos é algo fenomenal e revolucionário. Todavia, fazer boa utilização dessa ferramenta não é algo tão simples assim. Celular é algo pessoal, e precisamos respeitar antes de mais nada a privacidade do seu usuário.

Sempre que vamos fazer uma ligação para um celular devemos, obrigatoriamente, pensar no que a outra pessoa pode estar fazendo. Isso nos ajudará a avaliar a importância da nossa ligação. Depois de pesarmos os fatores, devemos, se for pertinente, efetuar a chamada. Lembrando sempre, que o que é importante para nós, pode não ser tão importante à outra pessoa. O celular realmente é um aparelinho que pode salvar vidas, agilizar as coisas e reduzir espaços físicos entre seus usuários. Mas, também, pode causar embaraços e desconfortos.

Outro grande problema é usarmos em lugares impróprios. Como por exemplo, enquanto dirigimos, na peça de teatro, na sala de aula, enfim, em ambientes onde outras pessoas podem ser afetadas por nossa causa.

O problema não é usar o celular. É, sim, como e quando usá-lo.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Problemas da Tecnologia II

Júnior Grings

Continuando a série Problemas da Tecnologia, quero falar hoje sobre uma grande maravilha da era da informática, o corretor de textos. Trata-se uma ferramenta que uso e abuso, mas, sempre estou precavido do meu pequeno dicionário da língua portuguesa, e de um bom dicionário de sinônimos. A gramática é outra ferramenta fundamental sobre a mesa.

Assim como outros programas de digitação, no mais usado deles, o word, é comum que os corretores pregarem algumas peças. Isso se agrava, principalmente, quando estamos trabalhando com assuntos que demandam algumas palavras técnicas. Em determinados textos a escolha equivocada de uma palavra, que muitas vezes teima em aparecer sublinhada, pode alterar todo o contexto do enunciado.

Muitas pessoas acham que o computador não se engana. Esse é realmente o problema: o computador, não tem a mínima idéia sobre o que estamos escrevendo. Portanto, é impossível ele dar um parecer confiável.

Revisar um texto, sempre foi e sempre vai ser uma missão minuciosa. Os corretores existem para evitarmos erros grosseiros. Entretanto, aquela leitura com calma e atenção depois de escrevermos é sempre necessária. A tecnologia está aí, deve ser usada, mas nunca podemos dispensar nossa atenção e nossa visão crítica.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Problemas da Tecnologia

Júnior Grings

A tecnologia é formidável, transformadora, todavia o seu uso dever ser sempre medido e justificável. Um exemplo claro são as máquinas fotográficas digitais. Fotografia sempre foi o registro de um momento especial, algo único. Hoje, tira-se foto para tudo, de tudo e a toda hora. Depois simplesmente apaga-se as fotos que não se encaixam bem com a idéia do retratista.

Para muitos, isso parece uma maravilha, uma revolução. Entretanto, perde-se todo o charme e o significado que uma fotografia deveria ter. A magia do momento do retrato vai por água abaixo. O antes esperado momento do registro fotográfico, fica banalizado, ridicularizado, e refém de um simples clicar.

Fotografar é posterizar o belo, o inesquecível, o fenomenal. Metralhar flash´s sem objetivo e nem critério é simplesmente desmedir a tecnologia que se tem nas mãos.