Pois é, gente. Olha a situação desse talentoso homem. O regulamento que estipula o ineditismo das músicas inscritas no Musicanto não deixa claro o que entende por "composição inédita". Logicamente, as apresentações públicas das canções sempre aconteceram e não prejudicam em nada o bom andamento do festival. Seria muito estranho que um artista fizesse uma canção e a trancafiasse em um cofre, aguardando a hora de se inscrever no evento. Claro que não! O trabalho desses homens e mulheres é a música. Eles vivem disso e têm todo direito de apresentar suas obras em público. O que não pode, para que o Musicanto faça sentido, é que essas obras sejam reproduzidas em larga escala e comercialmente. O festival precisa manter a originalidade e isso requer algumas exigências. "Quando saiu as classificadas, a organização entrou em contato comigo, me interrogando se eu tinha vídeos da música, em DVD comercial, ou qualquer outra coisa do gênero, e eu respondi, e torno a afirmar, nunca fiz e nem autorizei, e muito menos postei, qualquer vídeo da música '14 de novembro' na internet. A canção nunca esteve em nenhuma final de qualquer festival", esclarece o vencedor.
Isso tudo serve para chamar a nossa atenção para outra coisa. Hoje em dia, qualquer malcomido coloca o que quer na internet e não precisa prestar contas para ninguém. Gravar um disco, literalmente, tornou-se uma obra de assistência social. A putaria é tão grande que tem gente que pensa que os artistas vivem de vento. Porra! A qualidade de algumas obras, como as do Dillah, por exemplo, não permite que o artista fique se apresentando nos programas dominicais de TV. Agora, o cara não pode nem se apresentar em quermesse que qualquer um mete a mão no trabalho dele!?
Isso tudo serve para chamar a nossa atenção para outra coisa. Hoje em dia, qualquer malcomido coloca o que quer na internet e não precisa prestar contas para ninguém. Gravar um disco, literalmente, tornou-se uma obra de assistência social. A putaria é tão grande que tem gente que pensa que os artistas vivem de vento. Porra! A qualidade de algumas obras, como as do Dillah, por exemplo, não permite que o artista fique se apresentando nos programas dominicais de TV. Agora, o cara não pode nem se apresentar em quermesse que qualquer um mete a mão no trabalho dele!?


