domingo, 26 de outubro de 2008

Eu I (de III)

Tio Sid Pestano

Ao acordar, ninguém garantiu
não houve promessas
Seus olhos com uma boca pequena
...que nunca falava...

Ébrio de cada manhã
que nunca me fará “morrer de felicidade”
À beira de um grande carvalho que nunca foi plantado
não há olhos no que vejo hoje

Mãos cobertas por uma época
por vidas que limitam suas próprias experiências
tão frio...

...tão frio...

2 comentários:

Barone disse...

Belíssimo poema.

Ana disse...

Profundo... sem ironias! Muito bom!