sábado, 13 de setembro de 2008

Lucas Duarte

Estava eu, ali! Parado, imóvel. E diante de mim, sobre minha cabeça, está o paradigma encéfalo, e que insiste em me atormentar.

Uma voz dizia:
Por que choras? Não estou a te perturbar, mas, sim, apenar a falar.

O grande paradigma mostrava a felicidade.

Mas não conseguia entender. Por quê?

E por mais que eu tentasse fugir, pegava-me pensando em você.

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