terça-feira, 22 de outubro de 2013

Puta versus meretriz

Os meus mais ferrenhos críticos podem ser muito bem representados por esses cães que correm e latem, desesperadamente, atrás dos carros. Eles jamais saberiam o que fazer, caso um automóvel resolvesse parar.

A década de 90 ainda não terminou. Ela é um antro de projetos inacabados. No meio de todas as ideias incompletas e conceitos fracassados, uma das coisas que mais me interessa é a alteração do conceito de "puta".

"Meretriz", para fins práticos, é um tipo de trabalhadora das casas de entretenimento sexual masculino. Só existem em maior número que os chamados "garotos de programa" porque o governo do PT não conseguiu revogar a lei da oferta e procura no Congresso. Uma hora eles conseguem.

Puta, para arredondar a ideia, acaba sendo aquele tipo de mulher velha. Velha em ideias. Uma espécie de "dou para o seu marido, até ele resolver que não vai querer mais comer ninguém além de mim". Evidentemente, isso não funciona. O cara sempre vai querer outra puta, geralmente mais nova.

Para meretriz a experiência da profissão tem seu valor. Para puta, não é bem assim porque, afinal, não se trata de uma profissão. Puta é um estado de espírito.

Existe um terceiro tipo de mulher. Muito difamada. Mas que não tem nada a ver com nada disso. É a liberal. A respeito dessas, tudo que posso dizer é o seguinte:

Mulheres que criticam outras mulheres por seu comportamento sexual liberal são apenas fofoqueiras e mal comidas. Homens que fazem isso devem, urgentemente, sair dos seus armários. Já estão estão drogados de tanta naftalina. 


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